Autor: Luiz Gabriel Benevides Monteiro Fontinelli

Reforma tributária precisa sair neste ano, diz Pacheco após reunião com Lira e Guedes

Fonte: Agência Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta segunda-feira (24) que o Legislativo e o Executivo concordam com a ideia de que a reforma tributária precisa sair ainda este ano. A avaliação foi feita após Pacheco se reunir com o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o ministro da Economia, Paulo Guedes. 

— No encontro de hoje [segunda-feira] com o presidente da Câmara, Arthur Lira, e o ministro da Economia, Paulo Guedes, tivemos um consenso de que a reforma tributária é fundamental, urgente, e de que precisamos simplificar o sistema de arrecadação, mas sem gerar aumento de carga tributária para os contribuintes brasileiros — disse Pacheco.

O presidente do Senado registrou que a reforma tributária será votada na forma de Proposta de Emenda à Constituição (PEC) e projetos de lei, com sintonia entre Câmara e Senado. Ele ressaltou que no encontro também se discutiu a necessidade de um novo Refis (que é um programa de recuperação fiscal).

— Parte da reforma será da incumbência do Senado Federal, inclusive a discussão constitucional. Reforma constitucional em matéria tributária caberá ao Senado tramitar, assim como também o programa de regularização tributária, um novo Refis, para poder proteger pessoas físicas e jurídicas nessa regularização tributária. A Câmara dos Deputados ficará incumbida de uma série de projetos de iniciativa do Poder Executivo que discutam a base do imposto de renda, de IPI, Pis e Cofins — acrescentou.

Para Pacheco, há consenso entre o Congresso e o governo federal de que a reforma tributária é urgente e precisa ser abrangente.

— Há uma comunhão de esforços entre as duas Casas, devidamente alinhadas com o Poder Executivo, para que possa haver a mais ampla possível reforma tributária no Brasil — afirmou o presidente do Senado.

Em 12 de maio, a Comissão Mista Temporária da Reforma Tributária encerrou suas atividades com a aprovação do relatório final do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). O presidente da comissão foi o senador Roberto Rocha (PSDB-MA). 

Fonte: Agência Senado

https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2021/05/24/reforma-tributaria-precisa-sair-neste-ano-diz-pacheco-apos-reuniao-com-lira-e-guedes

Surto de covid-19 causa suspensão de visitas a abrigo de idosos em Anápolis

Surto de covid-19 causa suspensão de visitas a abrigo de idosos em Anápolis

Todos os idosos infectados no abrigo já foram imunizados com as duas doses da vacina

Noticia publicada em 25/05/2021

Um abrigo de idosos que fica em Anápolis, a 55 quilômetros da capital, suspendeu visitas em função de um surto de Covid-19 que atingiu 27 moradores no local. Todos os idosos infectados no abrigo já foram imunizados com as duas doses da vacina. A maioria apresentou apenas sintomas leves. De acordo com a direção da unidade, dois morreram.

No total, 79 idosos moram no abrigo. A vacinação contra Covid-19 de todos os moradores e funcionários do espaço ocorreu há mais de 40 dias. A diretora da instituição, Roselane Rosa Gomes, afirma que todos os cuidados para evitar o contágio pelo corona vírus estão sendo tomados.

Segundo a direção do abrigo, a doença pode ter chegado à unidade depois que um idoso foi levado ao hospital. Ele ficou 12 dias internado e, quando voltou, estava com estado febril e foi isolado.

As duas mortes que ocorreram no abrigo foram de um homem de 81 anos, sem comorbidades, que passou mal e foi levado para o hospital; e uma mulher de 88 anos, que faleceu no abrigo. Dois dos 27 idosos com a doença estão hospitalizados em estado grave. Do total de 30 funcionários, três estão afastados com sintomas da doença.

O médico infectologista Marcelo Daher explica que a eficácia da vacina contra a Covid-19 é comprovada e que a maioria dos infectados que já foram imunizados apresenta apenas sintomas leves.

O médico afirma que a vacina, principalmente a Coronavac, fabricada pelo Instituto Butantan, tem proteção de 50%. Portanto, a tendência é de que 50% das pessoas vacinadas se protejam e os outros 50% ainda podem contrair a doença. O infectologista ainda explica que a vacina também serve para diminuir a gravidade da doença, mas nem sempre evita a infecção.

Rolar para o topo